Saiba quanto ouro você produz, todo dia.
Quanto entrou na usina, quanto saiu no doré e onde ficou a diferença. Balanço metalúrgico e reconciliação lavra × usina fechados todo dia, sem planilha.
Balanço de massa e reconciliação, em resumo
Produza maisO problema
- O balanço fecha no fim do mês, em planilhas que só uma pessoa entende.
- A produção de doré não bate com o que a lavra e a usina reportaram, e ninguém sabe explicar a diferença.
- A recuperação é conhecida só no total. Não se sabe em que etapa o ouro está se perdendo.
- Balanças, amostras e análises de laboratório não conversam entre si.
O que fazemos
- 1Conectamos as medições
- 2Fechamos o balanço
- 3Reconciliamos lavra × usina
- 4Mostramos de forma simples
O que você recebe
- Balanço diário automático
- Mapa de perdas
- Reconciliação F1, F2 e F3
- Ouro em processo
- Alertas de inconsistência
- Relatório mensal pronto
O balanço do dia, em uma tela.
Exemplo de um dia numa usina de lixiviação em tanques (CIL): o ouro que entrou, o que virou doré, o que ficou em processo e o que se perdeu no rejeito, etapa por etapa.
› recuperação = (16,4 + 0,5) ÷ 18,0 = 93,9%
Exemplo ilustrativo, com dados fictícios.
Como funciona, passo a passo.
- 01
Conectamos as medições
Balanças de correia, vazão e densidade de polpa, amostragens, laboratório, estoques de minério e produção de doré, cada um com o seu horário e a sua origem.
- 02
Fechamos o balanço
Massa, teor e ouro contido em cada etapa (britagem, moagem, lixiviação, eluição, fundição), com ajuste estatístico para que entradas e saídas fechem dentro da incerteza de cada medição.
- 03
Reconciliamos lavra × usina
Comparamos o modelo de recursos, o controle de teor, a usina e o doré (fatores F1, F2 e F3) para mostrar onde o planejado e o realizado se separam.
- 04
Mostramos de forma simples
Um painel diário que responde em segundos: quanto ouro entrou, quanto saiu, quanto está em processo e onde está a perda.
Cada entrega, em detalhe.
Balanço diário automático
Massa, teor e ouro contido por etapa, fechado todo dia, com histórico.
Mapa de perdas
Recuperação por etapa e ouro perdido no rejeito, por turno e por período.
Reconciliação F1, F2 e F3
Lavra, usina e produção comparadas, com os desvios explicados.
Ouro em processo
Estimativa do ouro em circuito (carvão carregado, solução, estoques).
Alertas de inconsistência
Aviso quando uma balança ou análise foge do esperado.
Relatório mensal pronto
Fechamento para a diretoria e auditoria, sem montar planilha.
Dados que usamos
- Balanças de correia
- Vazão e densidade de polpa
- Amostragem e laboratório
- Estoques e pilhas
- Produção de doré
- Modelo de recursos e controle de teor
Começamos sempre pelo que a sua operação já registra.
Indicadores que você passa a acompanhar
- Ouro alimentado (g/dia)
- Teor de alimentação (g/t)
- Recuperação por etapa (%)
- Ouro no rejeito (g/t)
- Ouro em processo (kg)
- Fatores F1, F2 e F3
Dúvidas comuns.
Precisamos instalar novos equipamentos?
Na maioria dos casos, não. Começamos com as medições que já existem e indicamos onde uma balança ou ponto de amostragem a mais traria mais precisão.
Serve para operação com lixiviação em pilha?
Sim. O balanço muda de forma (pilhas, solução rica e estéril), mas a lógica de entrada, saída, inventário e perda é a mesma.
Quanto tempo leva para o primeiro balanço automático?
No projeto piloto, de 6 a 8 semanas, já entregamos o balanço diário de pelo menos um circuito da usina.
Comece pelo diagnóstico gratuito.
Em cerca de 2 semanas mapeamos os dados que você já tem, as maiores perdas da operação e onde a IA traz resultado primeiro. Sem custo e sem compromisso.
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